Um Velho Deitado

Um Velho Deitado Lyrics

Song Um Velho Deitado
Artist Gui Fleming
Album Bom Maldito
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作词 : Agatha de Araujo Ferreira Cardoso/Guilherme de Almeida Fleming
作曲 : Agatha de Araujo Ferreira Cardoso/Guilherme de Almeida Fleming
Música: Um Velho Deitado.
Autores: Gui Fleming e Agatha
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
O velho morreu de seguro.
O seguro sequer ficou velho.
A cabeça se fica em desuso vira oficina de publicitário.
O velho morreu de seguro.
O seguro sequer ficou velho.
A cabeça se fica em desuso vira oficina de publicitário.
Cigarro dado não se olha o filtro.
Eu canto torto pra espantar mosquitos.
Os males encanto...feito um bom maldito.
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
O velho morreu de seguro.
E o seguro sequer ficou velho.
O velho morreu…de seguro.
E o seguro sequer...ele sequer ficou velho.
A cabeça se fica em desuso. Vira oficina.
Oficina de publicitário. De publicitário.
E de publicitário. E de publicitário.
O publicitário morreu de desuso
Comendo mosquito.
O cigarro velho.
O golpe do vigário.
Feito um bom maldito.
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
Eu mato a sede com água do mar.
E a solidão com água lá do bar.
O velho morreu de seguro!
zuo ci : Agatha de Araujo Ferreira Cardoso Guilherme de Almeida Fleming
zuo qu : Agatha de Araujo Ferreira Cardoso Guilherme de Almeida Fleming
M sica: Um Velho Deitado.
Autores: Gui Fleming e Agatha
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
O velho morreu de seguro.
O seguro sequer ficou velho.
A cabe a se fica em desuso vira oficina de publicit rio.
O velho morreu de seguro.
O seguro sequer ficou velho.
A cabe a se fica em desuso vira oficina de publicit rio.
Cigarro dado n o se olha o filtro.
Eu canto torto pra espantar mosquitos.
Os males encanto. . . feito um bom maldito.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
O velho morreu de seguro.
E o seguro sequer ficou velho.
O velho morreu de seguro.
E o seguro sequer. . . ele sequer ficou velho.
A cabe a se fica em desuso. Vira oficina.
Oficina de publicit rio. De publicit rio.
E de publicit rio. E de publicit rio.
O publicit rio morreu de desuso
Comendo mosquito.
O cigarro velho.
O golpe do vig rio.
Feito um bom maldito.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
O velho morreu de seguro!
zuò cí : Agatha de Araujo Ferreira Cardoso Guilherme de Almeida Fleming
zuò qǔ : Agatha de Araujo Ferreira Cardoso Guilherme de Almeida Fleming
M sica: Um Velho Deitado.
Autores: Gui Fleming e Agatha
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
O velho morreu de seguro.
O seguro sequer ficou velho.
A cabe a se fica em desuso vira oficina de publicit rio.
O velho morreu de seguro.
O seguro sequer ficou velho.
A cabe a se fica em desuso vira oficina de publicit rio.
Cigarro dado n o se olha o filtro.
Eu canto torto pra espantar mosquitos.
Os males encanto. . . feito um bom maldito.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
O velho morreu de seguro.
E o seguro sequer ficou velho.
O velho morreu de seguro.
E o seguro sequer. . . ele sequer ficou velho.
A cabe a se fica em desuso. Vira oficina.
Oficina de publicit rio. De publicit rio.
E de publicit rio. E de publicit rio.
O publicit rio morreu de desuso
Comendo mosquito.
O cigarro velho.
O golpe do vig rio.
Feito um bom maldito.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
Eu mato a sede com gua do mar.
E a solid o com gua l do bar.
O velho morreu de seguro!
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