| Song | 2 Bicudos |
| Artist | Ana Carolina |
| Album | Estampado |
| Download | Image LRC TXT |
| Quando eu te vi, andava tão desprevenido | |
| Que nem ouvi tocar o alarme de perigo | |
| E você foi me conquistando devagar | |
| Quando notei, já não tinha como recuar | |
| E foi assim que nos juntamos distraídos | |
| Que no começo tudo é muito divertido | |
| Mas sempre tinha um amigo pra falar | |
| Que o nosso amor nunca foi feito pra durar | |
| Por mais que eu durma, eu não descanso | |
| Por mais que eu corra, eu não te alcanço. | |
| Mas não tem jeito, eu não sei como esperar | |
| Desesperar também não vou, não vou deixar você passar | |
| Como água escorrendo dos dedos, fluindo pra outro lugar... | |
| Ninguem pode negar que o nosso amor é tudo | |
| Tudo que pode acontecer com dois bicudos | |
| Não são tão poucas as arestas pra aparar | |
| Mas é que o meu desejo não deseja se calar | |
| Até os erros já parecem ter sentido | |
| Não sei se eu traí primeiro ou fui traído | |
| Não te pedi uma conduta exemplar | |
| Mas é que a sua ausência é o que me dói no calcanhar | |
| Por mais que eu durma eu não descanso | |
| Por mais que eu corra, eu não te alcanço | |
| Mas não tem jeito, eu não sei como esperar | |
| Desesperar também não vou, não vou deixar você passar | |
| Como água escorrendo dos dedos, fluindo pra outro lugar | |
| Será? Sempre será, o nosso amor não morrerá! | |
| Depois que eu perdi o meu medo, não vou mais te deixar... |
| Quando eu te vi, andava t o desprevenido | |
| Que nem ouvi tocar o alarme de perigo | |
| E voc foi me conquistando devagar | |
| Quando notei, j n o tinha como recuar | |
| E foi assim que nos juntamos distra dos | |
| Que no come o tudo muito divertido | |
| Mas sempre tinha um amigo pra falar | |
| Que o nosso amor nunca foi feito pra durar | |
| Por mais que eu durma, eu n o descanso | |
| Por mais que eu corra, eu n o te alcan o. | |
| Mas n o tem jeito, eu n o sei como esperar | |
| Desesperar tamb m n o vou, n o vou deixar voc passar | |
| Como gua escorrendo dos dedos, fluindo pra outro lugar. . . | |
| Ninguem pode negar que o nosso amor tudo | |
| Tudo que pode acontecer com dois bicudos | |
| N o s o t o poucas as arestas pra aparar | |
| Mas que o meu desejo n o deseja se calar | |
| At os erros j parecem ter sentido | |
| N o sei se eu tra primeiro ou fui tra do | |
| N o te pedi uma conduta exemplar | |
| Mas que a sua aus ncia o que me d i no calcanhar | |
| Por mais que eu durma eu n o descanso | |
| Por mais que eu corra, eu n o te alcan o | |
| Mas n o tem jeito, eu n o sei como esperar | |
| Desesperar tamb m n o vou, n o vou deixar voc passar | |
| Como gua escorrendo dos dedos, fluindo pra outro lugar | |
| Ser? Sempre ser, o nosso amor n o morrer! | |
| Depois que eu perdi o meu medo, n o vou mais te deixar. . . |
| Quando eu te vi, andava t o desprevenido | |
| Que nem ouvi tocar o alarme de perigo | |
| E voc foi me conquistando devagar | |
| Quando notei, j n o tinha como recuar | |
| E foi assim que nos juntamos distra dos | |
| Que no come o tudo muito divertido | |
| Mas sempre tinha um amigo pra falar | |
| Que o nosso amor nunca foi feito pra durar | |
| Por mais que eu durma, eu n o descanso | |
| Por mais que eu corra, eu n o te alcan o. | |
| Mas n o tem jeito, eu n o sei como esperar | |
| Desesperar tamb m n o vou, n o vou deixar voc passar | |
| Como gua escorrendo dos dedos, fluindo pra outro lugar. . . | |
| Ninguem pode negar que o nosso amor tudo | |
| Tudo que pode acontecer com dois bicudos | |
| N o s o t o poucas as arestas pra aparar | |
| Mas que o meu desejo n o deseja se calar | |
| At os erros j parecem ter sentido | |
| N o sei se eu tra primeiro ou fui tra do | |
| N o te pedi uma conduta exemplar | |
| Mas que a sua aus ncia o que me d i no calcanhar | |
| Por mais que eu durma eu n o descanso | |
| Por mais que eu corra, eu n o te alcan o | |
| Mas n o tem jeito, eu n o sei como esperar | |
| Desesperar tamb m n o vou, n o vou deixar voc passar | |
| Como gua escorrendo dos dedos, fluindo pra outro lugar | |
| Ser? Sempre ser, o nosso amor n o morrer! | |
| Depois que eu perdi o meu medo, n o vou mais te deixar. . . |