| Vasco Graça Moura Fado Bailado | |
| Vida amarga a que passei / De infortúnios sem história / Governou-a a dura lei / Vida amarga a que passei / Do amor | |
| E da desmemória / Tristes palavras ao vento / Fui deitando devagar, / Sabiam ao meu lamento / Tristes palavras ao | |
| Vento / Eram meu jogo de azar / Tenho os olhos rasos de água / E em tanta melancolia / Como flor feita da mágoa / | |
| Tenho os olhos rasos de água / Nos limos da maresia / A chorar mal reconheço / O coração tão estranho / Assim | |
| Virado do avesso / A chorar mal reconheço / A voz com que o acompanho / Meu pobre contentamento / Meus nervos | |
| Então arrase / Ao ver momento a momento / Meu pobre contentamento / Ter falhado, estando quase / Ah, fado, és | |
| Lugar-comum / Sustentas-me o coração / Sem lhe fazer bem nenhum / Ah, fado, és lugar-comum / E pura contradição |
| Vasco Gra a Moura Fado Bailado | |
| Vida amarga a que passei De infortu nios sem histo ria Governoua a dura lei Vida amarga a que passei Do amor | |
| E da desmemo ria Tristes palavras ao vento Fui deitando devagar, Sabiam ao meu lamento Tristes palavras ao | |
| Vento Eram meu jogo de azar Tenho os olhos rasos de a gua E em tanta melancolia Como flor feita da ma goa | |
| Tenho os olhos rasos de a gua Nos limos da maresia A chorar mal reconhe o O cora o t o estranho Assim | |
| Virado do avesso A chorar mal reconhe o A voz com que o acompanho Meu pobre contentamento Meus nervos | |
| Ent o arrase Ao ver momento a momento Meu pobre contentamento Ter falhado, estando quase Ah, fado, e s | |
| Lugarcomum Sustentasme o cora o Sem lhe fazer bem nenhum Ah, fado, e s lugarcomum E pura contradi o |
| Vasco Gra a Moura Fado Bailado | |
| Vida amarga a que passei De infortú nios sem histó ria Governoua a dura lei Vida amarga a que passei Do amor | |
| E da desmemó ria Tristes palavras ao vento Fui deitando devagar, Sabiam ao meu lamento Tristes palavras ao | |
| Vento Eram meu jogo de azar Tenho os olhos rasos de á gua E em tanta melancolia Como flor feita da má goa | |
| Tenho os olhos rasos de á gua Nos limos da maresia A chorar mal reconhe o O cora o t o estranho Assim | |
| Virado do avesso A chorar mal reconhe o A voz com que o acompanho Meu pobre contentamento Meus nervos | |
| Ent o arrase Ao ver momento a momento Meu pobre contentamento Ter falhado, estando quase Ah, fado, é s | |
| Lugarcomum Sustentasme o cora o Sem lhe fazer bem nenhum Ah, fado, é s lugarcomum E pura contradi o |